quarta-feira, 31 de março de 2010

British Short Hair


onsiderada a raça inglesa mais antiga.
Quando o Império Romano invadiu a Bretanha há 2 mil anos atrás, levou junto com suas tropas, gatos que iriam se adaptar perfeitamente ao solo britânico, ajudando a combater roedores nas cidades e nos campos. Assim surgiu a raça British Short Hair.
Sua primeira apresentação em uma exposição foi em 13 de março de 1871, no Cristal Palace de Londres.
A princípio o valor da raça estava na sua resistência física e em sua habilidade para caçar, mas logo também foi reconhecida por sua lealdade ao dono e seu temperamento calmo.
Por ser extremamente inteligente, é a raça preferida de treinadores para filmes em Hollywood e comerciais de televisão.
De porte compacto, tamanho médio a grande, com aparência robusta e forte, cabeça maciça, nariz curto, olhos grandes e redondos, peito largo e pescoço, pernas e rabo curtos.
A cor dos olhos, do nariz e das almofadas plantares deve combinar com a coloração predominante da pelagem.
Sua pelagem é abundante, suporta tanto temperaturas extremamente frias como as elevada, neste caso, ocorre a queda mais acentuada de pêlos.
É meigo e sociável, bom companheiro, carinhoso. Se apega facilmente a quem lhe dá amor e carinho. Não costuma miar e quando o faz é num tom baixo.
Muito brincalhão quando jovem e mais sossegado quando adulto.
Suas cores são todas as sólidas, escamas de tartaruga, tabbys (tigrados), silvers (prateados) e particolors.

Persa


Persa atual descende de gatos de Ankara, na Turquia e da Pérsia, atual Irã.
De temperamento calmo, corpo robusto, pelagem longa, focinho achatado e cauda curta. Pode ser facilmente reconhecido entre as demais raças.
É a raça preferida no mundo tudo e a mais geneticamente alterada pelo homem.

A primeira aparição do Persa foi em uma exposição na Inglaterra, em 1871. De lá pra cá, muita coisa mudou.
O excessivo e progressivo achatamento do focinho começou a ocasionar problemas de saúde e em 1993, preocupados com isso, as associações de criadores em todo mundo passaram a evitar a produção de Persas com a cara achatada demais.

Os graves problemas de saúde devido ao focinho excessivamente achatado eram:

- Prejuízo à respiração pelo estreitamento exagerado das narinas; Rinite alérgica;
- Irritação e infecção ocular por causa de ductos lacrimais estreitos ou sem orifício;
- Diminuição do tamanho do crânio e conseqüente subdesenvolvimento do cérebro, causando danos neurológicos, como problemas locomotores.
- Deslocamento dos maxilares, causando abertura permanente da boca.
Por essa razão, Persas com cara excessivamente achatada não são mais aceitos. Essa orientação é seguida também no Brasil.
Para saber se um Persa possui achatamento excessivo de rosto, verificar se a ponta do nariz fica mais alta que a extremidade inferior dos olhos.

A qualidade da raça no Brasil vem aumentando a cada ano.
Os olhos do Persa devem ser redondos, grandes e sem sinais de estrabismo.

Existe um grande número de cores e desenhos de pelagem para os Persas. No início, só haviam cores sólidas. Atualmente já são
reconhecidas mais de 100, criadas por mutações espontâneas e cruzamentos dentro da própria raça ou fora dela. Isso faz do Persa o gato com maior variedade de cores entre todas as raças.

Siamês


ma das primeiras raças a chegar ao Brasil, de enorme popularidade, cativa pelos seus belos olhos azuis, tipo exótico e natureza amável.

Originária do Sião, atual Tailândia, a raça foi durante séculos criada e protegida dentro de templos.
Exemplares da raça eram dados como presente a visitantes ilustres pela família imperial do Sião, dessa forma aos poucos foi sendo introduzido em outros países.
Só no século 19 começou a surgir em exposições na Inglaterra e no início do séc. 20 na América.

A "voz" do siamês é legendária e ele gosta de conversar, assim como estar sempre junto ao seu dono. São afetivos, mas podem ser agressivos se provocados.
Variam individualmente seu temperamento, mas no geral podem ser vivazes, inteligentes e sexualmente precoces, ativos, ágeis, gostando de subir sobre os móveis.

Existe o Siamês oficial, de corpo bem longilíneo, orelhas grandes e cabeça triangular, e o não oficial do tipo mais encorpado, de orelhas pequenas e cabeça redonda, tão comumente visto por nós.
Aparentemente o tipo extra-oficial tem a preferência do grande público, que o prefere ao refinamento estilizado do tipo oficial.
A forma tradicional do siamês é a "máscara de foca" (seal-point), pontas castanho-escuras contrastando com o corpo castanho-claro.
Outras cores incluem "pontas chocolate" e "pontas azuis".
Uma coloração rara são os "pontas lilazes", onde o pêlo corporal é branco-glacial com pontas acinzentadas. Ultimamente novas cores se desenvolveram.

Bengal


aça recente e única a descender diretamente de um felino selvagem. Foi desenvolvida por Jean Mill nos EUA, a partir de uma fêmea de Leopardo Asiático e de um gato doméstico. O Leopardo Asiático possui o mesmo número de cromossomos que um gato doméstico, por isso alguns dos filhotes híbridos podem nascer férteis. O Bengal mantém os reflexos rápidos de seu ancestral selvagem. Mas deve ser afetuoso com seu dono. Apesar de descender de felinos selvagens, o Bengal ronrona e as vezes mia forte. Sua cabeça deve ser grande, orelhas pequenas de pontas arredondadas. Olhos grandes e ovais, verdes ou amarelos. Corpo longo, com ossatura pesada. A extremidade da cauda deve ser preta; a barriga com marcas; as almofadas das patas em acordo com a cor do corpo e com a mesma cor das demais patas. Pelagem: curta, cheia e macia como uma seda, com as pintas dispostas de forma horizontal, de preferência formando rosetas. Pode ter padronagem semelhante ao mármore. Marcas brancas no corpo e marcação tigrada devem ser evitadas.

Raças de Gatos

Abissínio


pesar de ser uma das raças mais antigas de que se tem conhecimento, ainda há controvérsia sobre a sua origem.
Na aparência, os abissínios lembram os gatos do Antigo Egito.
Ainda hoje, possuem uma aparência selvagem, lembrando o felis lybica, o ancestral africano de todos os gatos domésticos.

O nome Abissínio não é devido à Etiópia ou Abissínia, como se pensa, mas porque o primeiro gato dessa raça exibido na Inglaterra, foi importado desse país.
A Inglaterra é considerada o berço da raça, a qual resultou do cruzamento entre exemplares trazidos inicialmente da Abissínia por soldados britânicos, com outros gatos ingleses vermelhos, prata e tigrados. O exército inglês deixou a Abissínia em maio de 1868, época em que esses gatos entraram pela primeira vez na Inglaterra.
O Abissínio foi reconhecido oficialmente em 1882 na Inglaterra.

Zelda


Meu segundo gato, era fêmea no caso gata ela também apareceu aqui em casa de forma misteriosa, ela vinha sempre acompanhada do primeiro gato, o Salém, como sou apaixonada por felinos acabei adotando-a e coloquei o nome de Zelda por ser o nome de uma bruxa, Zelda é uma gata da raça Bengal, pra quem não conhece são aqueles gatinhos tigrados, ela é da cor cinza e assim esse foi o segundo gato que adotei.